Estou com preguiça de pensar mais uma hora de música essa semana, então peguei uma coletânea de uns meses atrás que é boa e cheia de curtições e grandes aventuras. Vamos nessa! SPAGETT!
Faxas (algumas podem estar meio em baixa qualidade):
1. Phoenix – Lisztomania
2. Passion Pit – Make Light
3. Golden Silvers – True Romance
4. White Rabbits – Percussion Gun
5. Camara Obscura – French Navy
6. Pomegranates – Corriander
7. Animal Collective – My Girls
8. Danger Mouse & Sparklehorse – Just War (feat. Gruff Rhys)
9. Grizzly Bear – Two Weeks
10. The National – So Far Around The Bend
11. Pomegranates – This Land Used To Be My Land, But Now I Hate This Land
Sabe onde é legal andar de triciclo? Embaixo de um rolo compressor.
Essa segunda compilação tem músicas animadas e hipsters até o talo.
Acho que preciso parar com isso.
Em todo caso, são músicas boas de bandas que eu em geral não sei porra nenhuma a respeito.
Me deixa em paz.
Faxas:
1. The Generationals – Nobody Could Change Your Mind
2. Slow Club – Giving Up On Love
3. Scarlett Johansson & Pete Yorn – Relator
4. Dan Deacon – Padding Ghost
5. Delorean – Seasun
6. YACHT – Psychic City
7. Le Loup – Grow
8. XX – Islands
9. The Antlers – Bear
10. The Mountain Goats – Sax Rohmer
11. Blitzen Trapper – Furr
12. The Dodos – Longform
13. XX (de novo) – Crystalised
14. Volcano Choir – Island, IS
15. Le Loup – Sherpa
16. Karen O & The Kids – Rumpus
Acho que vou começar a colocar compilações que faço de vez em quando aqui. Acho.
Essa é a sexta que eu fiz, mas é também a primeira que alguém ouviu além da Juk. Conforme for coloco alguma anterior semana que vem.
Nessa lista você vai ouvir:
Um bando de bandas que são bandas das mais hypadas do momento bandas. Um pouco Indie demais, com um pouco de repetição demais das ditas bandas (bandas). Na verdade à partir da faixa 11 eu reciclo quase todo mundo.
Tem quase uns dois meses que eu fiz.
Vai essa, depois faço uma mais nova.
Tô me sentindo meio otário, mas vamo aí.
Não indicado para: muitas pessoas que não tem saco pra esse tipo de som, gente que sabe que eu tenho um gosto musical duvidoso.
‘Faxas’:
1. Friendly Fires – Jump In The Pool
2. Ting Tings – Great DJ
3. Florence & The Machine – Dog Days Are Over
4. We Were Promised Jetpacks – Roll Up Your Sleeves
5. Modest Mouse – Satellite Skin
6. Spoon – Got Nuffin
7. St. Vincent – Actor Out Of Work
8. Dirty Projectors – Cannibal Resource
9. We Were Promised Jetpacks – Quiet Little Voices
10. Generationals – When They Fight They Fight
11. Friendly Fires (de novo) – Paris
12. Florence & The Machine (de novo) – Kiss With A Fist
13. Dirty Projectors (de novo) – Temecula
14. Modest Mouse (de novo) – King Rat
15. White Rabbits – Company I keep
16. St. Vincent (de novo) – Save Me From What I Want
17. Jarvis Cocker (gênio) – You’re In My Eyes (Discosong)
Alguém chegou no meu blog procurando por “fotos penis adolescente 16 anos”
Ok. Primeiro: vá se foder seu pervertido.
E segundo: eu nunca falei pênis no blog exceto me referindo às torres gêmeas. Agora repare no post que causou isso:
Quando eu tinha 16 anos, dois aviões, por designios humanos, se jogaram contra duas torres fêmeas – ops, gêmeas.
e depois:
Não eram fêmeas.
Eram dois pênis eretos nojentos que mostravam porque eles eram melhores, mais ricos e mais poderosos que todo mundo.
E é claro, por isso eram um grande alvo claro e entumescido pra ser abatido.
Mas é claro, relendo o texto acima, percebi que tinha coisas muito piores para aparecerem no google. Como pênis ereto poderoso entumescido ou fêmeas de 16 anos alvos claros e nojentos pra pênis eretos.
Ei, é tipo um jogral ou um caça palavras. Um caça palavras pervertido. Ou divertido? Quanta baixaria dá pra montar com frases tão castas como as que eu usei para descrever uma das maiores tragédias da humanidade nos últimos séculos?
Acho que várias!
Não se preocupe. Deixe isso na mão dos pervertidos e do Google.
Uma mão no cintura, outra na bundinha e desce desce desce até o chão.
Agora um pé atrás do outro, deslizando o de trás (pressão não na ponta, mas no calcanhar, como se perseguindo uma barata – em marcha a ré), para criar a ilusão de movimento fluído e orgânico. Relaxe e pense em Michael, 1985-90. Um smoking de mangas arregaçadas.
Levante as mãos para o céu, imagine uma prateleira difícil de alcançar, há muita poeira sobre ela: está na hora de limpá-la. Mexa as mãos horizontalmente, como se passando um pano levemente umedecido. Uma garrafa de água e um pirulito dão mais credibilidade a esta empreitada.
Em suas mãos estão duas maracas. A música pulsa. Jogue o quadril para frente, o tórax angulado para trás. As pernas levemente dobradas, a boca aberta num sorriso intermitente. Chacoalhe os braços no ritmo da batida, as pernas andando sem sair do lugar. Aconselha-se acompanhar essa manobra (extremamente complexa e capaz de causar danos morais e físicos) com Happy Mondays, ‘Girls and Boys’ do Blur ou qualquer britpop alegre que toque em festas dos tempos correntes.
Olhe para baixo, como encarando o abismo ou o deserto emocional do simples ser. Os braços pendendo, soltos, como duas serpentes indolentes, prontas para se soltar e procurar o suicídio em locais escuros e escusos. Acompanha cabelos compridos, se possível cobrindo a vista, e escondendo as lágrimas. Kurt estava certo.
obrigado tim hunter, obrigado asterix, obrigado princesa mononoke (e todos os protagonistas dos filmes do miyazaki), obrigado luke skywalker, patinho feio, john difool, obrigado kaneda, frodo baggins, obrigado kitty pride, obrigado moonshadow, obrigado tristan thorn, obrigado a todos os heróis românticos que me fizeram acreditar que seguir o caminho que você sempre teve escrito à sua frente te faria completo e para os outros, ou para você, um rei.
obrigado de verdade.
descansem em paz, porque a vida é dificil demais pra ser vivida como o herói de uma história, e você logo aprende que as coisas erradas acontecem com as pessoas certas.
e que o sucesso não depende da sua vontade de ser o protagonista.
isso soou muito mais emo do que eu imaginava.
mas acho que serve uma frase do Neil Gaiman (NÃO! É DO CHESTERTON).
as histórias de dragões não existem pra que você saiba que dragões existem, mas pra que você saiba que eles podem ser vencidos.